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sexta-feira, 16 de março de 2012

PIG mineiro não manipula mais ninguém

O Jornal Hoje em Dia tem feito seu dever de casa muito bem. Sempre em defesa das elites e do governo. Desde a greve do ano passado que vem tentando desmoralizar os Professores diante da sociedade, mas como não pode dizer a verdde porque estaria de encontro com a reivindicações dos Professores, então mentem.

Porém, mentira tem perna curta. A cada mentira contada, tem-se de contar outra para justificar anterior. A população já está desconfiada. E com toda razão. Com a desculpa de que está preocupado com os alunos e pais divulgam matérias e opiniões que na verdade atende aos interesses do governo.

Os alunos e pais sabem muito bem que o governo não investe o que deveria na educação. Que as propagandas são enganosas. E sabem também que para se ter uma educação de qualidade não basta manter os alunos nas escolas. Deve-se investir. E os Professores devem ser respeitados e valorizados. Não é isso que parece ser a preocupação do editorialista de um membro do PIG mineiro, o Jornal Hoje em Dia.

O mesmo alega que professores ainda não repôs a greve do ano passado e já começa outra. O PIGuento esqueceu de dizer que o governo ainda não cumpriu o acordo do pagamento dos dias parados. O PIGuento diz que os Professores estão aproveitando o feriadão (dias de paralisação) para ir a praia, viajar.

Este Jornaleco PIGuento deveria ter mais dignidade e respeito aos cidadãos. Através de ilações tenta induzir aos leitores a conclusões que interessa as elites e ao governo. Por que não mostra as provas? Isso é jornalismo rasteiro, sem moral.

Veja aqui o editorial do PIGuento, Hoje em Dia.



Educação em Minas: greve ou feriadão?


A imagem do professor ficou arranhada na quarta-feira (14). Nem bem os dias de aula perdidos foram repostos e eles começaram uma nova greve. No ano passado, a qualidade do ensino público em Minas Gerais ficou bastante comprometida com o excesso de dias parados, que não são repostos de maneira digna. Alguns dias são no sábado, os alunos perdem o ritmo e aqueles que se preparam para o vestibular ou para as provas do Enem têm de buscar outra opção que não a rede de ensino público, que deveria dar o exemplo.

Não se questiona aqui o salário do professor, que é baixo. Esse piso nacional para os professores, de R$ 1.451,00 para uma carga horária de 40 horas semanais, é muito pequeno. A sociedade reconhece e a história dos países desenvolvidos já demonstrou que o investimento na educação, a começar pela remuneração dos mestres, faz a diferença. Um professor bem remunerado, incentivado, feliz dentro da sala de aula, com certeza vai conseguir transmitir a seus alunos os conhecimentos necessários que um estudante deve ter no ensino fundamental. Pode fazer a diferença na medida em que esse aluno não terá traumas em determinadas disciplinas lecionadas por um professor mal-humorado. Essa desagradável experiência emocional pode marcar uma criança por toda uma vida. Esse prejuízo é enorme para uma nação.

Da mesma forma, exige-se dos professores e das suas lideranças mais responsabilidade no trato com a greve. A paralisação das aulas não pode se transformar em meio de vida. Por qualquer coisa, as salas ficam vazias e ninguém é responsabilizado. O grevista vai para a praia e a sala de aula fica vazia. As mães ficam sem condições de deixar a criança em outro local para poder trabalhar. E os alunos, os maiores prejudicados, se desmotivam.

A greve é legítima, mas é a última opção em uma negociação. Não a primeira, com dessa de ontem, que pretende se estender até sexta-feira. É um feriadão nacional para os professores, de quarta a domingo.

O piso nacional é lei e o gestor que não cumprir, que não fizer o seu dever de casa, tem de prestar contas com a Justiça e com o Tribunal de Contas. Não tem sentido uma greve nacional para exigir o pagamento do mínimo em estados e municípios que já remuneram o professor até acima do piso, que, repetimos, é muito baixo para um país que acaba de ultrapassar o Reino Unido e ocupa hoje o posto de sexta economia do mundo.

Em Belo Horizonte, a maior adesão ontem foi dos professores municipais. O sindicato da categoria afirma que a greve reivindica o piso salarial de R$ 1.451. Ora, em BH, o salário mínimo para professor é de R$ 1.676,03 para uma jornada semanal de 22 horas e 30 minutos. Um pouco mais que o piso nacional.

A pergunta que não quer calar é: se a Prefeitura de Belo Horizonte paga R$ 1.676,03 por 22 horas por que os professores estão fazendo greve para ganhar R$ 1.451 por 40 horas semanais? Querem reduzir o salário? Como se vê, essa greve não parece ser séria. Tem cara de feriadão.


Tags:  greve, professores, minas gerais, nacional, imagem, arranhada


sexta-feira, 1 de julho de 2011

Deputado Aecista insulta Servidores em Greve em MG

Deputado tucano destrata trabalhadores da Educação

O Deputado Estadual de MG, Zé Maia do PSDB insultou os Servidores insinuando que estes servifores poderiam estar sob influencia de substância "estranha". O que é isso deputado? Recentemente tivemos o caso de recusa do bafômetro por parte de Aécio Neves. Agora o "nobre" deputado vem com essa. Pó pará deputado!

Fonte: Minas Sem Censura


Deputado tucano destrata trabalhadores da Educação em greve e inviabiliza audiência que discutiria a imensa dívida mineira

A audiência pública da Comissão de Fiscalização Financeira Orçamentária (CFFO) para debater a dívida do Estado com a União que ocorreria hoje na Assembleia não foi realizada. Um grande grupo de representantes da educação, sob a liderança da presidente do SindUte, Beatriz Cerqueira, ocupou o local em protesto contra a falta de negociação do governo estadual com a categoria. Ao invés de, democraticamente, recepcionar os manifestantes, o deputado tucano-aecista José Maia partiu para agressões gratuitas às professoras e professores presentes.
                               
Chamando-os de desiquilibrados, sem educação e despreparados, o deputado aecista praticamente insuflou os manifestantes contra a audiência.

Zé Maia (PSDB), não abriu diálogo com a classe, nem permitiu que o líder do bloco “Minas sem Censura”, deputado Rogério Correia (PT), conversasse com os professores em torno de um entendimento para que a reunião prosseguisse. Os manifestantes acusaram o presidente de “ditador” e não cessaram os protestos com palavras de ordem como “Censura em Minas”, ao se referirem à interrupção da transmissão da TV Assembleia, que foi retirada do ar. Quase duas horas depois, sem entendimento, os líderes da oposição acionaram o presidente da ALMG, deputado Dinis Pinheiro (PSDB), que abriu o diálogo e recebeu os deputados do bloco de oposição e todos os educadores no salão nobre da Assembleia. A reunião da CFFO foi esvaziada, pois até os representantes das secretarias da Fazenda e Planejamento se retiraram. Ministros, senadores e secretários estaduais convidados não deram as caras.

No salão nobre, o presidente Dinis Pinheiro, ao lado dos deputados oposicionistas e do presidente da Comissão de Educação, deputado Bôsco (PTdoB), ouviu as reivindicações dos servidores da educação que estavam acompanhados de representantes do SindSaúde e do Ipsemg; também em greve. Dinis prometeu levar as questões ao governador Anastasia, mas jogou maior responsabilidade sobre as negociações na Comissão de Educação. Ao falar, o deputado Bôsco afirmou que um diálogo já existe, mas causou surpresa aos presentes ao informar que o governador Anastasia estaria viajando em caráter particular. “Como um governador viajar a passeio, e para o exterior, em plena greve de quatro categorias [educação, saúde, IPSEMG, segurança pública]?, questionou um deles.

domingo, 16 de maio de 2010

A Luta Continua E Ainda Mais Forte

Os Professores da rede estadual de Minas Gerais decidiram no dia 08/04/2010 por uma greve por tempo indeterminado.

A última grande greve ocorreu em 2002 e, esta deixou marcas que levou praticamente 6 anos para serem reparadas. A maior parte dos Professores não concordaram com o fim daquela greve e, por isso, o sindicato teve grandes revezes neste período.

Esta greve mostra que a classe de Professores é muito mais forte e decidida que muitos possam imaginar. Tanto que, à medida que os dias foram se passando, o índice de profissionais paralisados só aumentaram.


Parabéns a esta classe, tão sacrificada, tão desrespeitada pelo ex e atual governador e até pela justiça que deveria estar comprometida com o direito dos cidadãos que trabalham e pagam seus impostos e não com quem oprime e deixa oprimir.

Parabéns e não vamos desistir, juntos seremos mais  e mais fortes e nesta Assembléia do dia 18/05/2010 contamos mais uma vez com a firmesa  da Presidente do Sindicato que tem se mostrado companheira e acredito que não vai nos abandonar como a outra diretoria fez em 2002.

MUITA FÉ, POIS, UNIDOS VENCEREMOS!!!

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Conheça a Equipe de FHC, ops, da Campanha de SERRA de 2010

Gestão Tucana: Mulher é Assaltada DENTRO de Delegacia em SP

Uma mulher foi assaltada dentro primeiro distrito policial de Salto, a 97 km de São Paulo. De acordo com a polícia, a vítima foi perseguida pelos bandidos depois de sacar dinheiro em um banco. Ela tentou se esconder e acabou sendo abordada dentro da delegacia. Os ladrões fugiram levando R$ 13 mil.

sábado, 8 de maio de 2010

A Greve dos Professores de MG

Fonte: Novo Jornal

Por Geraldo Elísio


"A greve é a linguagem dos que não são ouvidos" - Martin Luther King

O mundo globalizado e que entronizou em seu altar “o deus mercado”, não tem preocupações de ordem social ou humanística, voltando-se apenas para o lucro cada vez mais concentrado em menor número de mãos. Em sua filosofia desumana vê nos aposentados um peso, uma estatística improdutiva.

Aos jovens quer sugar a força de trabalho, pagando o mínimo e exigindo o máximo, se possível impossibilitando-lhes o caminho que o tempo os conduzirá ao status de estatística improdutiva ou, com “prodigalidade“, concedendo-lhes uma aposentadoria equivalente ao salário mínimo.

Para eles basta comer, como se a vida fosse apenas banquetes quotidianos de fast food, alienando a tudo e a todos de tal forma que em futuro breve não restará sequer um irredento sobre a face da terra adubada para um neomedievalismo. Mikhail Aleksandrovitch Bakunin, russo teórico do anarquismo, advertiu a Karl Max que ele conseguiria criar duas burguesias que, a meu modo de ver, já se instalaram.

O povo anda cabisbaixo, quando levanta a cabeça não consegue divisar o futuro. Irritabilidade, preocupação, agressividade são componentes da paisagem diária. Aumentam as doenças de fundo somático, As estatísticas louvando a longevidade perdem o sentido. São adereços de propagandas políticas.

Aos professores pagam salários indignos – como de resto ao povo brasileiro em geral, excetuados os privilegiados de sempre. A produção do saber, da formação intelectual e moral de um cidadão não é vista como produção no sentido lato, pois neste caso faltam os cifrões.

Uma greve no setor dos transportes coletivos ou de metalúrgicos abala governos. As greves dos professores são rotuladas de movimentos políticos. Todos os atos da vida com raríssimas exceções são políticos. O que não podem é ser partidarizados. A democracia comporta o direito de greve.

Os professores de Minas tem o direito e o dever de lutar por condições de vida e de trabalho dignos. Se isto não for reconhecido de que terá adiantado a luta de tantos a favor da redemocratização? Ou existe alguém trabalhando no sentido de jogar a sociedade contra os professores? Quanto custará este trabalho?

Este espaço é permanentemente aberto ao democrático direito de resposta a todas as pessoas e instituições aqui citadas.

geraldo.elisio@novojornal.com

sexta-feira, 7 de maio de 2010

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Viva a Democracia: Justiça determina fim da greve de professores

Os Professores da rede estadual de Minas Gerais aprovaram em assembléia do dia 16 de março deste,indicativo de greve e em 8 de abril em outra assembléia, votaram pelo início da greve.

O governo do estado numa postura arrogante não aceitou conversar com o sindicato e foi para as TVs e jornais dizer que as reivindicações dos professores já são atendidas que o governo já paga o piso salarial da categoria.

Pura enganação e um tentativa de maquear um realidade para obter apoio da sociedade que acaba por não ter conhecimento da situação apenas a contada pelo governo.

O TJMG julgou, em 4 de maio, ilegal a greve dos professores e estabelece multa diária de 10 mil reais ao sindicato, caso os serviços não sejam retomados em 48 horas.

O reajuste que o governo alardeia de 10% é sobre o teto salarial que foi implantado por este governo e que não corresponde as expectativas da classe e o mesmo será pago em junho. No entanto, servidores do judiciário teve aumentos maiores e retroativos a 1 de janeiro.

O poder judiciário alegou que a greve impede o direito a educação pública e coloca em risco o ano letivo. Quem é responsável por fornecer educação é o estado e não os professores. Os Professores estão exercendo o direito a que a constituição lhes garantem.

Já que o judiciário está tão preocupado com nossas crianças, resguardando seus direitos. Por que não visitam as escolas públicas para verificar se o estado está garantindo o mínimo decente para estas crianças?

Os senhores da toga ficam escastelados e longe do cheiro de povo, aliás é um cheiro ruim que impregna então, quanto mais longe melhor.

As vezes ouço pessoas dizerem que os políticos são corruptos. Mas acho que estão totalmente errados. Quantos políticos foram presos nos últimos anos e que permanecem presos? Quantos políticos foram condenados nos últimos anos?

Quem é mais corrupto, quem rouba ou quem não pune o roubo?

Aliás, a justiça é muito eficiente para prender e condenar P... P... e P...

Enquanto isso, professores que lutam para ser reconhecidos pelo trabalho que presta a sociedade não podem querer um melhoria nas condições de vida e de trabalho. Pois, os donos do poder estão firmes para impedir qualquer tentativa.

Até quando?